sábado, 26 de janeiro de 2019

Cotidiano da sala de aula


3- Cotidiano da sala de aula


Durante a semana retrasada na aula de “história” (representação do mundo pelos estudos sociais), observando  a professora  narrar  a entrevista de uma escritora entrevistando algumas crianças:
                Algumas perguntas chamaram a minha atenção:
- Seu pai nasceu na época de Tiradentes?
-Seus avós nasceram antes ou depois de Tiradentes?
-Seus bisavôs nasceram antes ou depois de Tiradentes?
                A grande maioria ficou em dúvida se o seus bisavós nasceram na época de Tiradentes. Isso me fez refletir, às vezes nós professores, ficamos presos aos conteúdos e não nos damos conta que além das provas para medir o conhecimento, não fizemos ideia do conhecimento dos nossos alunos. Eles sabem mais do que imaginamos, é só fazer a pergunta certa ou de alguma outra forma para que os mesmos entendam.
                Muitas vezes não é culpa dos professores, pois tem um tempo para terminar os conteúdos e fechar as notas e a correria do dia a dia. Não nos damos conta, que os alunos não são livros em branco e que trazem em sua bagagem saberes. Será que tem como fazer essa ligação do saber prévio com o cotidiano da sala de aula? Até quando vamos agir com os nossos alunos como não soubesse de nada?

                Muitas vezes achamos que os nossos alunos são incapazes de aprender determinado conteúdo e nem damos o direito de tentar, agimos como “senhores do apender”, analisando o que eles vão conseguir aprender. Obviamente fazemos isso buscando sempre o melhor para os nossos alunos. Que muitas vezes temos que dar conta da alfabetização, pois chegam à sala de aula sem estar alfabetizados, além de todas as matérias temos que alfabetiza-los.

3- Cotidiano da sala de aula


Conversando com alguns professores de história, notei que que a base do currículo quanto os acontecimentos histórico , não que achamos que os alunos sejam incapazes de compreender  a história, mas algumas vezes são muito complexo a noção de tempo e espaço.
Antes de aprender coisas muito complexas, eles precisam aprender a se localizar saber de onde veio e para onde vai. Notei como é importante eles conhecer  os espaços que os rodeiam ir do micro para o macro.
            Reconheço essa importância, mas claro se os alunos tiverem curiosidades, cabe nos professores darmos subsidio para a pesquisa ser feita.
            Ano passado trabalhamos  a história  da escrita, passamos por muitos povos ate chegar os dias de hoje. Notei quanto é complexo falar de muito tempo atrás, alguns me afirmaram que a seus avos conheciam Júlio Cesar e Cleópatra. Juntos construímos a linha do tempo desde a idades da caverna ate chegar na era tecnológica, algo mais concretos. Fizemos a árvore genealógica para eles notarem que não eram parente e nem que os avós conheceram a Cleópatra e Júlio César. Fizemos   uma menos com as das e acontecimentos importantes que ocorreram no ano que nasceram.
            Percebi  que ocorre essa divisão para que os alunos, possam se organizar mentalmente no tempo e no lugar, até por que logo que entram para escola entram nos dilemas das mães e pais terem nome parecidos. Mas como comentei antes se os alunos tem curiosidades  e sempre bom investigar.

O Brincar



        “As leituras dos textos: “O jogo na Educação Infantil”, “O jogo no cotidiano escolar”  indicados pelas professoras, da interdisciplina “Ludicidade e Educação”,  são bem interessantes um é complemento do outro, o brincar é coisa seria, pois no brincar a criança está manifestando tudo aquilo que vivencia em seu dia á dia, sem contar que aprendem a lidar com situações problemas. Acredito que os jogos dirigidos são muito importantes, pois através dos jogos que acontecem aprendizagens significativas. Brincar por brincar é de suma importância, pois brincar “livres” é onde manifestam tudo àquilo que os rodeiam e soltam suas criatividades. Percebo que o brincar não é bem quisto, já ouvi alguns  comentário que é perda de tempo.
Parafraseando o autor de o texto brincar no cotidiano escolar e o Mario Quintana, diria que “às vezes agente pensa que esta perdendo tempo e esta criando novas formas de ser e de estar na vida”. “Mas temos que nos dar de conta disso, o que não é fácil e nem simples”. Diria que a importância do jogo didatizado esta no fato de estar oficializado o brincar durante o tempo/espaço da aula.

Projeto-Revista de educação: O Jogo na sala de aula COLLARES DARLI.




                Ouvindo uma palestra referente ao brincar pude notar que o brincar é a melhor forma de ensinar para manter a motivação dos alunos, porém compreendi que devemos respeitar as particularidades  das turmas, pois as vezes ela não querem o “Brincar”, fazer com que  queiram  “goela abaixo” também pode ser tão ruim quanto o ensino tradicional. No meu ver devemos  manter os alunos motivados mudando sempre de metodologia, entretanto deixar que ele mostrem o que eles desejam, não que o brincar não seja importante, mas a criança deve fazer de forma espontânea.


Repetência



      ”Ouvindo as conversas de professores sobre retenção de alunos, comentários do tipo “esse aluno nunca reprovou  nessa série, então posso reprova-lo”,” O aluno tem uma deficiência intelectual vamos reprová-lo, pois é importante ele reprovar, pois nessa serie não reprovou ainda". A repetência não é  sinônimo de aprender, claro que cada caso é um caso. O aluno passando para outra serie, vai ser motivado  e junto com os outros colegas tenha uma grande chance  de aprender, sem contar que cada um tem o seu tempo para aprender.
     Já ouvi  vários colegas dizerem no começo do ano que determinado aluno será reprovado, como alguém pode saber lá em março se alguém está reprovado ou não, se ele tem o ano todo para recuperar suas notas e aprender.

  Falando sobre retenção de forma punitiva.      

Que, nós  professores, tenhamos, bom senso na hora de decidir a vida de cada aluno e na hora de aprová-lo  se isso realmente vai ajudá-lo, a importância do olhar especial para cada aluno a evolução de cada  caso.


                Continuo sendo contra a reprovação no sentido de punição  como revanche; continuo sem entender como um professor pode  desejar  algo desse tipo , ate por que como professor o nosso compromisso é  ensinar o aluno
            Mas pude notar  como pode ser frustrante para  o aluno aprovar com dificuldade para a próxima  série, não conseguindo acompanhar a turma, podendo  e até mesmo regredir. Para que esse aluno não sofra  o professor do próximo ano deveria ter o mesmo olhar do professor atual, mas o que acontece é ao contrario os professores na maioria das vezes querem os alunos prontos, que leiam escrevam ortograficamente o que é difícil, pois as vezes, nem os alunos do ensino  médio conseguem.
Observando os alunos  com dificuldades que aprovaram, notei  o quanto desmotivado estavam, alguns não queriam nem ir para aula.
            Penso que talvez se tivessem repetido poderiam aprovar  mais preparados. Percebi que a repetência não é um bicho de sete cabeças e se usada de forma correta poderá ajudar muitos alunos.


segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Fabrica de cubinhos



  
Objetivo: compreender que o sucessor é o que tem “1 a mais" na sequência numérica.
O professor combina com os alunos: 
- Vamos fazer um trem. O primeiro vagão é um cubinho. O vagão seguinte terá um cubinho a mais que o anterior e assim por diante. O último vagão será formado por duas barras.



Para fazer está brincadeira construímos uns cubos maiores com mais ou menos  20 cm. Fizemos o mesmo esquema construímos as unidades, depois formamos as dezenas.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Formas geométricas bidimensionais e tridimensionais



A professora questiona os alunos os alunos os objetos que tem na  sala de aula com formato de cone, esfera, cubo, cilindro.
A professora vendou os olhos dos alunos e eles colocavam a mão na caixa e tatearam e para saber qual a forma geométrica e o seu tamanho.
Com as massinhas de modelar os alunos fizeram as formas geométricas

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Geometria




 
No meu ponto de vista não existe outra maneira de aprender a não ser de forma lúdica, onde as crianças aprende através de construção. Sem dizer a importância  do material concreto onde os alunos vejam e toquem. Ao aprender os sólido é importante que criança consiga  reconhecer e visualiza-lo  em  seu dia-a-dia as formas geométricas as crianças tem que aprender  e não decorar e temos sempre em mente a afirmação de Kaleff; “Nossa prática escolar parece indicar que não estamos conscientes de quão complexas são as relações que se estabelecem em nossas mentes e nas de nossos alunos, quando tratamos com figuras espaciais, com relação entre figuras, suas representações, etc.”. (1994, p.21)






segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Tangram


            Como já havia falado anteriormente a minha turma é do terceiro ano. Na hora do conto: A história escolhida foi a: três ‘’partes’’; Após contar a história fomos para a sala de informática e brincamos com o jogo do tangaram.
Os alunos confeccionaram um cartaz para enfeitar a sala. Utilizando o tangaram para representar a parte da história que eles mais gostaram.
Com o Tangaram os alunos  desenvolvem o raciocínio lógico e  motricidade fina.