sábado, 26 de janeiro de 2019

Repetência



      ”Ouvindo as conversas de professores sobre retenção de alunos, comentários do tipo “esse aluno nunca reprovou  nessa série, então posso reprova-lo”,” O aluno tem uma deficiência intelectual vamos reprová-lo, pois é importante ele reprovar, pois nessa serie não reprovou ainda". A repetência não é  sinônimo de aprender, claro que cada caso é um caso. O aluno passando para outra serie, vai ser motivado  e junto com os outros colegas tenha uma grande chance  de aprender, sem contar que cada um tem o seu tempo para aprender.
     Já ouvi  vários colegas dizerem no começo do ano que determinado aluno será reprovado, como alguém pode saber lá em março se alguém está reprovado ou não, se ele tem o ano todo para recuperar suas notas e aprender.

  Falando sobre retenção de forma punitiva.      

Que, nós  professores, tenhamos, bom senso na hora de decidir a vida de cada aluno e na hora de aprová-lo  se isso realmente vai ajudá-lo, a importância do olhar especial para cada aluno a evolução de cada  caso.


                Continuo sendo contra a reprovação no sentido de punição  como revanche; continuo sem entender como um professor pode  desejar  algo desse tipo , ate por que como professor o nosso compromisso é  ensinar o aluno
            Mas pude notar  como pode ser frustrante para  o aluno aprovar com dificuldade para a próxima  série, não conseguindo acompanhar a turma, podendo  e até mesmo regredir. Para que esse aluno não sofra  o professor do próximo ano deveria ter o mesmo olhar do professor atual, mas o que acontece é ao contrario os professores na maioria das vezes querem os alunos prontos, que leiam escrevam ortograficamente o que é difícil, pois as vezes, nem os alunos do ensino  médio conseguem.
Observando os alunos  com dificuldades que aprovaram, notei  o quanto desmotivado estavam, alguns não queriam nem ir para aula.
            Penso que talvez se tivessem repetido poderiam aprovar  mais preparados. Percebi que a repetência não é um bicho de sete cabeças e se usada de forma correta poderá ajudar muitos alunos.


segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Fabrica de cubinhos



  
Objetivo: compreender que o sucessor é o que tem “1 a mais" na sequência numérica.
O professor combina com os alunos: 
- Vamos fazer um trem. O primeiro vagão é um cubinho. O vagão seguinte terá um cubinho a mais que o anterior e assim por diante. O último vagão será formado por duas barras.



Para fazer está brincadeira construímos uns cubos maiores com mais ou menos  20 cm. Fizemos o mesmo esquema construímos as unidades, depois formamos as dezenas.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Formas geométricas bidimensionais e tridimensionais



A professora questiona os alunos os alunos os objetos que tem na  sala de aula com formato de cone, esfera, cubo, cilindro.
A professora vendou os olhos dos alunos e eles colocavam a mão na caixa e tatearam e para saber qual a forma geométrica e o seu tamanho.
Com as massinhas de modelar os alunos fizeram as formas geométricas

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Geometria




 
No meu ponto de vista não existe outra maneira de aprender a não ser de forma lúdica, onde as crianças aprende através de construção. Sem dizer a importância  do material concreto onde os alunos vejam e toquem. Ao aprender os sólido é importante que criança consiga  reconhecer e visualiza-lo  em  seu dia-a-dia as formas geométricas as crianças tem que aprender  e não decorar e temos sempre em mente a afirmação de Kaleff; “Nossa prática escolar parece indicar que não estamos conscientes de quão complexas são as relações que se estabelecem em nossas mentes e nas de nossos alunos, quando tratamos com figuras espaciais, com relação entre figuras, suas representações, etc.”. (1994, p.21)






segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Tangram


            Como já havia falado anteriormente a minha turma é do terceiro ano. Na hora do conto: A história escolhida foi a: três ‘’partes’’; Após contar a história fomos para a sala de informática e brincamos com o jogo do tangaram.
Os alunos confeccionaram um cartaz para enfeitar a sala. Utilizando o tangaram para representar a parte da história que eles mais gostaram.
Com o Tangaram os alunos  desenvolvem o raciocínio lógico e  motricidade fina.


 

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Cultura digital


“É difícil dar uma resposta. Não existe transferência de modelos, ou transferência de estratégias de resposta. Estratégias e modelos precisam ser construídos, ou então desconstruídos com vistas a serem reapropriados, reconstruídos, segundo formas próprias, regionais. Ao mesmo tempo, a Educação e a Escola encontram-se impregnadas de tecnologia; as tecnologias são uma realidade no nosso cotidiano e no cotidiano de alunos, professores e funcionários das escolas. Pois, também a escola é parte integrante da cultura, da sociedade em que está inserida, e o que se passa por dentro da última, faz marcas na primeira, independente do fato de ela aceitar, ou resistir, ou combater, ou se render a determinado estado de coisas - neste sentido, aceitar, resistir, combater, incluir, excluir são marcas que se equivalem, 38 na revelação de um pertencimento a uma cultura, a uma sociedade. Ao mesmo tempo, o caráter de imersão da sociedade, da escola, na cultura do seu tempo, dificulta o necessário distanciamento do educador, na qualidade de observador, para que possa proceder a tomadas de posição voltadas à definição de estratégias que lhe permitam pensar a educação na sua relação com as novas tecnologias. Parece-me que a Educação e a Escola encontram-se num impasse: ignorar os desafios dessa nova sociedade que se impõe a passos largos, não resolve; tal como no caso do advento da escrita artesanal e mais tarde da imprensa, as dicotomias tendem a se ampliar e a se agravar; pensar que poderemos recuperar, em termos de desenvolvimento, as distâncias que nos separam dos países desenvolvidos, é uma ilusão - mesmo que fosse teoricamente possível, a prática político-econômica da globalização, não abriria espaços para tal. O que Educação, Escola, professores e alunos, podem fazer para sair desse impasse?”

A meu ver a escola parou no tempo, onde não tem nada de atrativos aos olhos de nossos alunos. Já está na hora de nos professores trocarmos as nossas metodologias; também devemos ter cuidado, pois  não adianta temos os aparatos tecnológicos de  ultima geração, se estivermos preso na visão empirista.
Os celulares diferentes que muitos dizem, vieram para agregar nas aulas, devemos trabalhar e explicar para os alunos usarem os celulares de forma consciente. Pois hoje em dia os nossos jovens tem o mundo na mão e não sabem fazer uma pesquisa, muitas vezes utilizam de forma errônea.
Nós professores poderíamos utilizar os celulares como ferramentas, gravar vídeos, tirar fotos, pesquisa referente à disciplina, entrevistar alguém e utilizar para gravar, entre tantas coisa que podem ser feitas, é um facilitador com possibilidade variadas  que poderiam ser utilizados para fins pedagógicos. Para que a escola se torne atrativa aos alhos de nossos alunos precisamos chamar a atenção e estimula-los a utilizar os aparelhos moveis trazidos pelos próprios para que as aulas sejam prazerosa ligada ao seu dia-a-dia escolar.



segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Espaços e formas








       Trabalhamos espaço e formas , Para que os  alunos desenvolvam pensamentos que lhe permitam a  compreender e descrever e representar o mundo  que os rodeiam; A partir destas compreensões das relações geométricas  pelas crianças supõe  a sua ação sobre o objeto.
Recapitulando as formas planas, apresentando as formas espaciais, debates e questionamento sobre o que cada forma representa e aprofundar o assunto ( o que é vértices? O que é aresta?
A cada ano trabalho de forma diferente, esse ano, por exemplo, trabalhei junto do projeto da copa. Levei os alunos na quadra e perguntei quais as formas que tem naquele local. Os alunos fizeram uma releitura da quadra e eles escalaram o time e fizeram uma historia referente a uma partida de futebol. Brincamos vendei os olhos deles e eles tinham que falar as formas, que estavam tateando. Apresentei as formas espaciais. (Conversamos e fizemos as atividades a fins e logo eles perceberam as formas espaciais que os cercam).
  Logo após no projeto de alimentação saudáveis, fizemos uma salada de frutas e os questionei quais as formas geométricas que elas representavam e debatemos sobre o assunto. A  gora iremos recapitular novamente e iremos fazer a releitura da sala de aula e iremos aprofundar sobre aresta, vértices.