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sexta-feira, 26 de maio de 2017

Portfólio

                A Emília Ferreiro  e Ana Teberosky  fizeram uma pesquisa referente  ao desenvolvimento da escrita,  que os indivíduos só  entende  a função da escrita, no momentos  em que  compreendidos a sua utilidade,  foram desenvolvidos  cinco níveis da psicogênese que são: Pré –silábico, silábico, Silábico alfabético , Alfabético  e ortográfico .
  A partir desta pesquisa foi possível de nós professores ,  fazermos   as classificações  dos níveis que os alunos se encontram ; para mim  ficou mais fácil fazer as intervenções pedagógicas ,  necessárias  que favoreçam  a  compreensão  da escrita e superação  nas dificuldades  desta aprendizagem ,  e ajuda-los  no final de   sua alfabetização.  Pude notar as trocas de níveis  ao decorrer do trimestre , construirmos  os portfólios, afim de desafia-los para ver se eles  conhecem e reconhecem as letras  do alfabeto  e os seus respectivos  sons , a fim que eles reconhecessem   a inicial de cada letra  através do som de cada letras do alfabeto  e para no fim eles escrevessem um frase com cada uma das figuras , para  ajuda-los na escrita, pois só aprende a ler e escrever lendo e escrevendo.


domingo, 4 de setembro de 2016

Inicio IV eixo



           Estamos iniciando o IV eixo,  que este semestre seja repleto  de aprendizado e experiências novas como todos os outro eixos, já aprendi tantas coisas posso afirmar , que não sou a mesma que iniciou a 2 anos atrás.  Posso perceber as mudanças que refletem lá dentro da sala de aula e pude perceber que o curso PEAD, esta fazendo essa  caminhada ao rumo da aprendizagem, estou percebendo o empenho da coordenação do curso e notar que a cada eixo ele está se ajustando da melhor forma para nos atender. Acredito que ambos podemos nos ajudar com elogios e criticas construtivas. Sinto que se tivéssemos mais retorno dos tutores e professores, os trabalhos poderiam ser riquíssimos. Os tutores e professores terem mais cuidado em não fazer atividades muito próximas às datas do workshop. Achei excelente a proposta da professora de ludicidade de deixar as atividades abertas e cada aluno fizesse dentro do seu tempo. Assim como professores que de uma hora para outra nos encheram de atividades.

    Sempre procurei fazer o melhor para atender os meus alunos, mas juntamente com curso estou recebendo um maior embasamento para argumentar e juntar evidências para explicar o porquê esta sendo realizado determinado trabalho.  Como no semestre anterior que queriam saber se na minha turma estava havendo  aprendizagem, pois para uma turma de quarto ano estava muito lúdico. Neste semestre por acaso teve a interdisciplina ludicidade e montei uma pasta com evidencias e junto com a direção consegui explicar o porquê estar realizando esse trabalho com essa turma. Primeiro lugar porque são crianças e necessitam da ludicidade, segundo lugar os alunos eram silábicos alfabéticos e precisavam de um estimulo para querer aprender e terceiro lugar precisava tornar a escola mais agradável  para chamar atenção dos alunos. 

domingo, 19 de junho de 2016

O brincar como rotina em sala de aula



             Para promover a aprendizagem significativa e a compreensão dos conteúdos programáticos me organizei através dos planos de estudo e planejamentos para fazer intervenções através da ludicidade para resgatar alunos com dificuldade na aprendizagem utilizando os materiais concretos, jogos e brincadeira para o seu desenvolvimento, estabelecendo vínculos entre o brincar e o aprender, para que ele vivencie como é gostoso aprender e que tenham sede do saber, que o aprender não vire um martírio.
           Pude notar a mudança de comportamentos e  amadurecimentos ,pois  hoje em dias os alunos encontram-se independentes e críticos, pois através do brincar as crianças aprende resolver, conflitos, aprendem aceitar regras
        Através de manipulação de matérias dourados jogos, utilizando o mesmo os alunos foram aprendendo os números e classes. Foram feitos ditados e jogos utilizando as cartas entre outros jogos.
“O paraíso mora dentro de uma caixa de brinquedos.” Rubem Alves
Na Lei 8069, de 13 de julho de 1990, denominada Estatuto da Criança e do Adolescente, acrescenta no capítulo II, Art.16º, Inciso IV, que toda criança tem o direito de viver o seu tempo de infância que é o de brincar, praticar esportes e divertir-se. Então observo  que, a criança tem o direito de brincar pois está amparada por lei, e esta é mais uma razão para que me levou  a incentivar as  crianças a brincarem, pois  o brincar é importante para o seu desenvolvimento.
Brincar é coisa séria porque é no brincar que acontece a aprendizagem da criança, pois quando a criança está brincando ela cria situações imaginárias que lhe permite operar com objetos e situações do mundo adulto. Dessa forma, enquanto brinca, ela realiza muitas descobertas sobre o mundo que a cerca e sobre si mesma, tornando mais fácil seu relacionamento com o outro, com o mundo em que vive.