Mostrando postagens com marcador Ludicidade e educação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ludicidade e educação. Mostrar todas as postagens

domingo, 30 de outubro de 2016

Matemática em sala de aula



Matemática em sala de aula:
        Achei o texto a matemática em sala de aula, muito interessante pois mostra que os materiais concretos são importantíssimos para a compreensão dos alunos para multiplicação e divisão , aprendendo brincando. A multiplicação ainda muito mais fácil a compreensão mas a divisão por ser “3 operações diferentes”(Multiplicação, subtração e divisão).
            A importância da explicação, trabalho um algarismo por vez e  começo pela do 2 até chegar a 10. Sempre  enfatizando que a multiplicação são sucessivas adições  do olgaritimo,.
Ex: 2x3=  3+3.   3x3= 3+3+3    4x3= 3+3+3+3


 Construir cartazes, utilizar o material dourado como material concreto.
                
      
       O material dourado para que os alunos tenham a  compreensão compreensão  do porque que do número sobe(dezena, centena e milhar).Depois que eles compreenderem a multiplicação inicio a divisão.
            Inventei o problema matemático utilizando chocolate, dizendo que a manhã comprou uma caixa de bis com 24 bis e sua mãe mandou dividir com seu irmão então ele deu 1: A prof pergunta é justo como podemos fazer e então junto com os alunos ela arma  a operação .(Resposta seria a metade) e depois chega mais um amigo. Na hora que dividir já mostra a tabuada e resolvendo por algaritimo:
Que numero da tabuada o resultado é 2: R:1
Que numero da tabuada o resultado é 4:R=1
Inicia-se com as tabuadas sem restos.

Para que os aluno pudessem melhor entender resolvi elaborar um problema matemático para que eles melhor entendesse.
Os alunos estavam com dificuldade em efetuar a  divisão então criei uma história matemática coletiva. Corrigia na folha  e os alunos armavam respondiam no  quadro. Logo após que os alunos respondiam  a professora explicava passo á passo. No final das atividades  os alunos comeram pizzas doada pela pizzaria Kabanas.
Jhon estava fazendo planos para sua festa de comemoração do seu aniversário de 18 anos. Afinal iria ao completar 18 anos será maior de idade. Mas com essa história de crise a grana estava curta, pensou em chamar alguns amigos para ir na pizzaria. Então lembrou que teria que pagar gorjeta ao garçom e mais o estacionamento. Sendo assim, decidiu comprar umas pizzas para comer em casa e chamar seus amigos.
Então pesquisou na internet qual pizzaria seria a melhor, então percebeu que a Pizzaria Kabana teria a maior e melhor pizza da cidade. Comprando uma  pizza, percebeu que daria 16 fatias. Ele começou a pensar na galera do seu grupo: pensou no José, depois se lembrou do Lucas e depois lembrou do Alessandro, lembrou do Andrius sem contar o Charles, Endryw não podia deixar de convidar o Andre e o Kauam, o Juan também é muito legal...
Fazendo as contas percebeu que com uma pizza ele não iria conseguir agradar e cessar a fome de todos, então ele pensou em pedir duas pizzas assim conseguiria o dobro de fatias. Você sabe qual o dobro de 16? Vocês concordam que com uma pizza só seria pouco? Quantas fatias deram para 2 pessoas? Quantas fatias dariam para 3 pessoas? Quantas fatias dariam para 4 pessoas? Quantas fatias dariam para 5 pessoas? Quantas fatias dariam para 6 pessoas? Quantas fatias dariam para 7 pessoas? Quantas fatias dariam para 8 pessoas? Quantas fatias dariam para 9 pessoas?
Já que descobrimos o dobro, vamos ver se agora a quantia é suficiente?
Então percebeu que o dobro de fatias novamente era pouco, pois quantas fatias deram para nove pessoas? Fora de cogitação deixar de convidar alguns de seus amigos então pediu mais uma pizza qual o triplo de 16? 
Continuou o seu calculo e pediu o quadruplo de 16?
 Vocês concordam que com um 4 pizzas seria pouco? Quantas fatias deram para 2 pessoas? Quantas fatias daria para 3 pessoas? Quantas fatias dariam para 4 pessoas? Quantas fatias dariam para 5 pessoas? Quantas fatias dariam para 6 pessoas? Quantas fatias dariam para 7 pessoas? Quantas fatias dariam para 8 pessoas? Quantas fatias dariam para 9 pessoas?
Já que descobrimos que o quadruplo é pouco, será que o quíntuplo é suficiente? Falando nisto, qual o quíntuplo de 16?
Será que essa quantia de fatias de pizzas é suficiente? Não seria melhor pedir mais uma. Qual será o sêxtuplo de 16?
Quantas fatias deu 2 pizzas? Quantas fatias deu 3 pizzas? Quantas fatias deu  4 pizzas? Quantas fatias deu  5 pizzas? Quantas fatias deu  6 pizzas? Quantas fatias deu  7 pizzas? Quantas fatias deu  8 pizzas? Quantas fatias deu  9 pizzas?
            Mas como eram muitos meninos e eles comem muito, Jhon ficou em dúvida ele resolveu pedir mais uma e com essa já são 7. Qual sétuplo de 16?
Agora chega! Que exagero, você não acha? Quantas fatias deram 2 pizzas? Quantas fatias deram 3 pizzas? Quantas fatias deram 4 pizzas? Quantas fatias deram 5 pizzas? Quantas fatias deram 6 pizzas? Quantas fatias deram 7 pizzas? Quantas fatias deram 8 pizzas? Quantas fatias deram 9 pizzas?
      Então ele decidiu comprar sete pizzas. Depois de tantas contas vamos comemorar com Jhon?! Bom apetite! (Ganhamos pizza).Quem quer Pizza?!



sábado, 11 de junho de 2016

O Brincar



        “As leituras dos textos: “O jogo na Educação Infantil”, “O jogo no cotidiano escolar”  indicados pelas professoras,da interdisciplina “Ludicidade e Educação”,  são bem interessantes um é complemento do outro, e volto afirmar que brincar é coisa seria, pois no brincar as crianças está manifestando tudo aquilo que vivencia em seu dia á dia, sem contar que aprendem a lidar com situações problemas. Acredito que os jogos dirigidos são muito importantes, pois através dos jogos que acontecem aprendizagens significativas. Brincar por brincar é de suma importância, pois brincar “livres” é onde manifestam tudo àquilo que os rodeiam e soltam suas criatividades. Percebo que o brincar não é bem quisto, já ouvi alguns  comentário que é perda de tempo.
Parafraseando o autor de o texto brincar no cotidiano escolar e o Mario Quintana, diria que “às vezes agente pensa que esta perdendo tempo e esta criando novas formas de ser e de estar na vida”. “Mas temos que nos dar de conta disso, o que não é fácil e nem simples”. Diria que a importância do jogo didatizado esta no fato de estar oficializado o brincar durante o tempo/espaço da aula.

Projeto-Revista de educação: O Jogo na sala de aula COLLARES DARLI.




domingo, 15 de maio de 2016

Hora do recreio



Essa semana ocorreu algo que me fez recordar á  aula de  ludicidade, em março deste ano , sobre um vídeo que vimos,  um curta metragem: “O Fim do recreio” (Vinícius Mazzon e Nélio Spéa,2012”).O curta conta a historia, de um projeto de lei que pretendia  acabar  com a hora do recreio  escolar, um grupo de crianças  se uniram para derrubar essa lei de uma forma organizada.”
               Ao contrario do que pretendia o objetivo do curta-metragem, não é um projeto de lei, nem o fim do recreio e nem tão pouco algo  ligado ao governo que me trouxe essa lembrança. A única semelhança nessa história é a forma com que os alunos se organizaram de forma pacífica para protestarem por seus direitos durante o acontecido .
               Quinta-feira dia 12 de maio de 2016, era um dia como outro qualquer, o dia amanheceu quente, porém ao decorrer da tarde o tempo mudou abruptamente, ficou muito frio. Por esse motivo as crianças não estavam vestidas adequadamente para o frio. A direção e o CPM decidiram liberar os alunos 20 minutos mais cedo. A norma da escola nos permite liberar os alunos mais cedo sempre quando chove ou quando o tempo não esta firme, pois não há área coberta. Depois do lanche, a supervisora passou em sala em sala avisando que não iria haver recreio.
               Minha turma estava no refeitório lanchando, tínhamos atrasado pois estávamos acabando  uma atividade. Quando chegamos na sala a supervisora já tinha passado no pavilhão no segundo andar, estava passando no térreo. A minha paralela veio me comunicar que não ia ter recreio e os alunos ouviram e decidiram protestar para que houvesse recreio  e se organizaram de forma pacifica e decidiram escrever uma carta para diretora pedindo o recreio. Dividiram-se em grupos elegeram lideres foram no outro quarto ano falaram o que iam fazer e o motivo, levaram as cartas nas mãos da diretora que prometeu ler e depois dar o seu posicionamento. Fizeram sobre a supervisão da professora.
“(...)Querida “dire”, devolva o nosso recreio, pois nos somos crianças e precisamos extravasar e esse é o  momento onde as crianças brincam organizadamente, sei que a senhora tem algum motivo, mas eu te peço por favor....”( trecho da carta do aluno Lucas 4° ano turma 42)
               A equipe diretiva levou na esportiva, mas a diretora não mudou sua a posição. Realmente aquele dia estava muito frio, mas foram nas salas das turmas de quarto ano para dar a explicações sobre o motivo no qual não iria haver recreio. Para as professoras do quartos anos, foi sugerido que os levassem para o auditório onde eles brincassem, pois o recreio é realmente direito dos alunos. Qualquer forma de protesto é válida, desde quando feito de forma pacifica. Aula de português foi riquíssima, pois foram trabalhados diferentes tipos de texto e argumentação.
               “O  principal objetivo da educação é criar pessoas capazes de fazer coisas novas  e não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram”. (Jean Piaget)

domingo, 17 de abril de 2016

Brincar currículo escolar!

Como havia relato anteriormente sobre as crianças brincar por brincar o que será que acontece?! Será que o muro das escolas que acabam com a criatividade dos alunos. Acredito que o brincar deveria ser parte do currículo da escola, pois através do brincar a criança aprende lidar com suas emoções e resolver conflitos.

O que me preocupo que as crianças estão cada vez entrando mais cedo na escola e sentando em fileira, copiando no quadro ou fazendo muito trabalhos onde entra o brincar nessa história?!O brincar deveria ser mais explorado, pois através do brincar desenvolvemos a motricidade fina, ampla e coordenação, os alunos têm chegado ao quarto ano sem esse lado desenvolvido.


                Guardo vivo na lembrança a minha infância subir em arvore, brincar de pegar e esconde-esconde entre outras brincadeiras na rua com chão de parelepido. Sei que os tempos são outros e é mais perigoso brincar na rua, mas as crianças não deveriam parar de brincar. Observo que as crianças ficam horas e horas na frente do vídeo gamem, computador e smart phone e menos tempo brincando.

                Sendo assim, o brincar deveria fazer parte do brincar na series iniciais ,pois teríamos crianças mais felizes , iriam aprender sem parecer  exausta, para isso dar certo é preciso de organização e apoio de  toda a comunidade escolar.

domingo, 10 de abril de 2016

Brincar por brincar

 

Assistindo a  aula da interdisciplina ludicidade e educação,  reforçou o que eu pensava e  despertou  para aquilo  que nunca havia prestado atenção ,que  o brincar por brincar é tão importante quanto a brincadeiras dirigidas ou  jogo pedagógico , para o desenvolvimento de nossos alunos.
Decidi dividir a aula de Educação-física em dois momentos:  O primeiro momento era o jogo dirigido e o segundo momento era o brincar livremente, só que antes de começar, fizemos varias combinações entre elas, era que  eles não poderiam utilizar os materiais pedagógico (bola ,corda , bambolê etc..) e nem  poderiam brincar de luta . A primeira reação foi ficarem bravos e não querer participar, logo em seguida    saíram correndo pela quadra correndo por correr. Na ultima aula eles estavam mais acostumados então eles já começaram a “brincar” de reproduzir as brincadeiras que eu já havia feito e as minhas falas.
Toda criança é um artista, difícil é tornar-se adulto sendo ainda artista. (André Anacoreta)
Pude notar que o brincar “livremente” de ser quem eles quiserem ser, imaginar castelos, bruxas, dragão... Não era tão simples o quanto eu imaginava; Eles estavam tão acostumados com as brincadeiras dirigidas que eles não sabiam brincar. Nós professores sem perceber engessamos os nossos alunos e somos uns dos responsáveis por acabar com a criatividade dos nossos alunos, eles estavam esquecendo-se de  ser crianças e brincar por brincar, coisa que em outros locais fazem com facilidade.
Essa experiência me ensinou o quão importante  o brincar por brincar é importantíssimo para o desenvolvimento da criatividade e o desenvolvimento de nossos alunos.
Nos professores com anseio de vencer os conteúdos esquecemos que trabalhamos com crianças e o quão serio é o brincar para o desenvolvimento de nossos alunos.