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quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Reprovar ou aprovar, sempre há dúvidas!




                O ano passou depressa e chegamos mais uma vez o final do ano. Encerrou o trimestre e mais uma vez é hora de decidir a vida pedagógica dos alunos, se ele irá ser promovido ou retido. Talvez essa seja a parte mais difícil, é aí então que os professores tem muitas dúvidas. O que fazer com os alunos com dificuldades e os alunos medianos? Qual a melhor decisão a ser tomada, pois ambas tem seus prós e contras;
                Caso os alunos sejam promovidos com dificuldades poderá ser um castigo, se o professor do próximo ano não tiver um olhar para o aluno, ele irá sofrer o ano inteiro; Porém reprovando, problema pode ser ainda pior, pois pode haver um retrocesso. Se o professor não atingi-lo, ele ira ficar perdido também , pois vai necessitar de um olhar .
                 A reprovação nem sempre é um castigo e pode sim, fazer  bem para os alunos, pois muitas veze ao  revisar os  conteúdos pode  ocorrer um insight, tem a questão da maturidade e o seu entendimento pode até  melhorar. Assim como o aluno que quando é promovido ele tem o insight vai muito bem no próximo ano.
"... A criança aprende, mais por experiência do que por erro, mais por prazer do que pelo sofrimento, mais pela experiência do que pela sugestão e a dissertação, e mais por sugestão do que por direção. E assim a criança aprende pela afeição, pelo amor, pela paciência, pela compreensão, por pertencer, por fazer e por ser" Frederick Molffett

domingo, 29 de maio de 2016

Projeto de aprendizagem




Eu não tinha ouvido falar do projeto de aprendizagem, agora observando como funciona estou gostando bastante. Muitas vezes nós matamos a criatividade e a curiosidade dos alunos sem perceber. Sempre levamos as respostas prontas sem que hajam as perguntas e os alunos se acostumam a receberem as respostas prontas e assim, eles desaprendem a perguntar.
         O projeto de aprendizagem tem a finalidade de resgatar a curiosidade dos alunos levando a eles irem atrás das indagações e das respostas, assim promovendo o aprendizado profundo através dos questionamentos para engajar alunos a questões e conflitos que sejam relevantes para suas vidas.
         Um novo desafio, tanto para os alunos como para os professores.



domingo, 15 de maio de 2016

Hora do recreio



Essa semana ocorreu algo que me fez recordar á  aula de  ludicidade, em março deste ano , sobre um vídeo que vimos,  um curta metragem: “O Fim do recreio” (Vinícius Mazzon e Nélio Spéa,2012”).O curta conta a historia, de um projeto de lei que pretendia  acabar  com a hora do recreio  escolar, um grupo de crianças  se uniram para derrubar essa lei de uma forma organizada.”
               Ao contrario do que pretendia o objetivo do curta-metragem, não é um projeto de lei, nem o fim do recreio e nem tão pouco algo  ligado ao governo que me trouxe essa lembrança. A única semelhança nessa história é a forma com que os alunos se organizaram de forma pacífica para protestarem por seus direitos durante o acontecido .
               Quinta-feira dia 12 de maio de 2016, era um dia como outro qualquer, o dia amanheceu quente, porém ao decorrer da tarde o tempo mudou abruptamente, ficou muito frio. Por esse motivo as crianças não estavam vestidas adequadamente para o frio. A direção e o CPM decidiram liberar os alunos 20 minutos mais cedo. A norma da escola nos permite liberar os alunos mais cedo sempre quando chove ou quando o tempo não esta firme, pois não há área coberta. Depois do lanche, a supervisora passou em sala em sala avisando que não iria haver recreio.
               Minha turma estava no refeitório lanchando, tínhamos atrasado pois estávamos acabando  uma atividade. Quando chegamos na sala a supervisora já tinha passado no pavilhão no segundo andar, estava passando no térreo. A minha paralela veio me comunicar que não ia ter recreio e os alunos ouviram e decidiram protestar para que houvesse recreio  e se organizaram de forma pacifica e decidiram escrever uma carta para diretora pedindo o recreio. Dividiram-se em grupos elegeram lideres foram no outro quarto ano falaram o que iam fazer e o motivo, levaram as cartas nas mãos da diretora que prometeu ler e depois dar o seu posicionamento. Fizeram sobre a supervisão da professora.
“(...)Querida “dire”, devolva o nosso recreio, pois nos somos crianças e precisamos extravasar e esse é o  momento onde as crianças brincam organizadamente, sei que a senhora tem algum motivo, mas eu te peço por favor....”( trecho da carta do aluno Lucas 4° ano turma 42)
               A equipe diretiva levou na esportiva, mas a diretora não mudou sua a posição. Realmente aquele dia estava muito frio, mas foram nas salas das turmas de quarto ano para dar a explicações sobre o motivo no qual não iria haver recreio. Para as professoras do quartos anos, foi sugerido que os levassem para o auditório onde eles brincassem, pois o recreio é realmente direito dos alunos. Qualquer forma de protesto é válida, desde quando feito de forma pacifica. Aula de português foi riquíssima, pois foram trabalhados diferentes tipos de texto e argumentação.
               “O  principal objetivo da educação é criar pessoas capazes de fazer coisas novas  e não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram”. (Jean Piaget)

segunda-feira, 30 de março de 2015

Quem sou eu?


           Meu nome é Rossana Chultes Linhares. Sou formada no magistério desde 2008. Trabalhei na Associação Legato . Entrei 2012 no Estado onde inciei como apoiadora em duas escolas: Bartolomeu e João XXIII, no meio do ano assumi uma turma de quinto ano na escola Planalto Canoense até o final de 2012.2013 Voltei para E.E.E.F.Bartolomeu de Gusmão, com a turma  de primeiro ano onde trabalhei bastante com ludicidade e projetos. 2014 Continuei com a mesma turma e a continuação do trabalho que estava fazendo no ano anterior. 2015 ainda estou de licença gestante.