Mostrando postagens com marcador Desenvolvimento e aprendizagem sob o enfoque da psicologia;s. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Desenvolvimento e aprendizagem sob o enfoque da psicologia;s. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 5 de março de 2018

Aprovação e reprovação


No inicio do ano letivo percebi que a reprovação é um mal necessário, desde que seja algo bem pensado e não sirva como punição.
No ano passado tinha dois alunos do terceiro ano que já haviam reprovados 3 anos, na mesma série. Os alunos no final do ano estavam bem integrados com a turma e tiveram evolução na aprendizagem e passaram para o quarto ano. Apesar das dificuldades na aprendizagem estavam lendo e escrevendo. Porém teve dois casos que achei necessário reter, pois os alunos estavam recém aprendendo o nome e não conheciam as letras do alfabeto. Acredito que quando reprovamos um aluno devemos pensar em algo para tira-lo da acomodação para que assim o aluno faça o exercício de equilíbração para que haja acomodação novamente, para que ocorra a aprendizagem (pois o processo de aprendizagem ocorre na desacomodação, para que haja equilibração);
 Fazendo uma autorreflexão cheguei à seguinte conclusão, reprovar o aluno sem mudar a metodologia de ensino o aluno continuará sem aprender. Nos professores teremos que ter uma metodologia diferente para que o aluno aprenda.








quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Os pais as vozes dos alunos

         Durante o conselho de classe conversando com a equipe diretiva sobre os alunos , entramos no assunto que me traz uma certa angústia os laudos ou  melhor dizendo a falta que eles fazem.
         Falei para as meninas que o ano que vem eu iria fazer o plano individualizados  e o registro dos mesmos ,para respaldar os alunos para o próximo ano e evitar qualquer tipos de comentários maldosos, como “O aluno não sabe nada” ou “Como essa criatura chegou aqui”. Eis que elas me falaram que por determinação da CRÊ, não poderia ser feito  os registros e nem o planos individualizados, para os alunos que não tivessem laudos, o motivo seria que  uma mãe, processou o estado, por que ela acreditava que o aluno não necessitaria de algo desse tipo e os país são a voz dos aluno, “PIE”(Plano individualizado de  ensino) era uma forma de descriminação e que o aluno estava sendo privado do conteúdos.


domingo, 22 de maio de 2016

Escolas bilingue


A aula da disciplina de Línguas de sinais LIBRAS com a professora Bianca e a leitura do texto  CAMPELLO, Ana Regina; REZENDE, Patrícia Luiza Ferreira. Em defesa da escola bilíngue para surdos: a história de lutas do movimento surdo brasileiro. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, Edição Especial. me fizeram refletir muito sobre as inclusões dos alunos surdos em escola regular. Em meu ponto de vista, não precisariam ir para sala de recurso por terem deficiência auditiva. Pois somente a surdez, não caracteriza uma deficiência de aprendizagem. Deveria ter haver mais acesso a cursos de libras, ou melhor, LIBRAS deveria ser a segunda língua. Onde todas as pessoas se comunicassem com deficientes auditivos naturalmente. O que atraiu minha atenção na leitura foi à organização dos surdos para alcançarem seus objetivos. Acredito que por motivos de natureza política, houve uma paralisação de quase um século no ensino da Língua de libras. Esse retrocesso, sem sombras de dúvida foi negativo e prejudicou a comunidade surda..