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quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Aplicação da prova operatória


            Adorei ter aplicado o teste à aluna, ela me ajudou bastante, pois é bem espontânea, pró ativa e desinibida.
         A minha maior dificuldade foi à ansiedade e deixá-la responder sem a minha intervenção para  que ela respondesse o que eu queria ouvir. Eu sou a professora titular do terceiro ano e fui gravar em outra sala e na hora que estava gravando tive que interromper muitas vezes e recomeçar.
        O que faria de novo era gravar com um dos meus alunos do terceiro ano e viria no turno inverso para que não houvesse interrupção.
        Na verdade eu acho que faria tudo de novo e até mesmo aplicaria outro teste, pois a experiência foi válida, ao me olhar aplicar consegui refletir os erros.
        Sempre que há um erro e nos observamos e conseguimos refletir sobre o  mesmo, sempre há aprendizagem  por  traz; Já tinha ouvido sobre e trabalhado Piaget, mas ao aplicar pude entender melhor a teoria na prática. Vou ressaltar o que eu disse adorei ter aplicado ter vivenciado essa prática.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Cotidiano - Sonho de professor Charges





 Eu estava conversando com uma colega sobre ser
“professor”, que de todas as
profissoões deveria ser a mais respeitadas e valorizadas. Diferente do médico
que por um erro  pode matar o paciente o
professor pode deixar marca e traumas para uma vida inteira.
               Tenho um aluno do terceiro ano
que toda vez que se faz qualquer atividade de escrita ela soua frio.
                 É  uma
profissão muito desvalorizada pela sociedade em geral.Mas mesmo com tudo isso nós
professore sempre farmos  o nosso melhor.



     

Prova teórica como ferramentas de avaliação

Estava  aplicando as  avaliações do terceiro trimestre, seria as  avaliações finais, para avaliar o  desempenho dos meus alunos. Mas olhando para a carinha deles assustadas e aflitas me fez refletir,  Pois só a palavra “avaliação”   deixam todos  alunos , de todas as series  muitos nervosos, outros  aspectos  como   por exemplo:
·         Se o enunciando está claro; uma coisa que aprendi em 12 anos de magisterio, o que é lógico para os adultos  não é tão lógico para crianças;
·         Se na pressa de terminar as avaliações, eles esqueçam de responder ou respondem qualquer coisa;
·         Se na hora do nervosismo dá o famoso bloqueio.
            Sei que eles mais cedo ou  mais  tarde terão as provas externas, exame como enem e os vestibulares. Mas penso que do primeiro ao terceiro ano como são os  blocos de alfabetização penso em outras  ferramentas de avaliações como o portfólio de aprendizagem .

              No começo do ano até pensei em construir com os aluno os porrifólios de aprendizagem, a direção não se opôs, mas deixaram claro que eu teria que aplicar as provas pois  está no regimento.

domingo, 29 de outubro de 2017

Piaget

                 


              Não conhecia a prova “Piagetiana”. Achei interessante e compreendi a eficácia deste método, pois a partir deste, saberemos em qual estádio do desenvolvimento que o nosso aluno esta inserido, até em desenvolver outras estratégias de atividade. Concordo também que é um excelente instrumento de avaliação.
                O meu questionamento é sobre sua eficácia em uma turma grande, pois penso se uma resposta de um aluno, não iria interferir na resposta dos demais da turma.
              Um exemplo citado no vídeo da Tania Marques, de uma professora que era religiosa e ela fez a seguinte pergunta: Quem criou as coisas? E a criança responde “Deus”. Ela observou que a professora gostou de sua resposta e as demais respostas foi “Deus”. Será que se tivesse mais crianças em sala as demais dariam a mesma resposta? Conversando com minhas colegas algumas relataram a mesma situação em sala de aula, o que indica que uma resposta interessante faz que os demais repitam ainda mais quando agrada a professora.
                Acredito que os demais profissionais que apliquem esta técnica sejam o psicopedagogo e o psicólogo. No meu ver, deverá ter uma eficácia maior quando é atendido um sujeito de cada vez.

                Já o método da Emília Ferreiro, para averiguar os níveis de escrita podem ser feitos coletivamente através do ditado para conhecer o nível da escrita com objetivo de realizar outras intervenções e a resposta não irá interferir na resposta do outro;  Utilizo constantemente para verificar os  níveis de escrita.  

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Aprendizagem

              Através dos materiais disponibilizados pude refletir bastante e houve dois pontos que chamaram a minha atenção. Um deles e a seguinte fala: “A inteligência da criança se dá por meio da interação”. Essa afirmação vem corroborar com o que penso e com o discurso que venho falando nas escolas pelas quais já passei: “toda a criança aprende, cada uma no seu tempo. As crianças não aprendem de forma uniforme e homogênea, elas aprendem de formas diferentes e com estímulos diferentes”.
                O segundo ponto que me deixou desapontada ao refletir, é perceber que o conteúdo dessa frase é o que acontece em salas de aulas de algumas escolas em que passei na minha vida tanto como professora quanto na minha época de aluna. O verbo utilizado por mais incrível que pareça eram copiar e repetir.
O que me deixou mais intrigada é que isso virou uma “cultura”. Quando tu se coloca contra ou faz de uma forma diferente, a comunidade escolar e os pais passam a questionar os métodos de ensino utilizados. Tantos colegas professores, quanto os pais, quanto mais copiar mais aprende ou pior absorve.
            “É fundamental diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, de tal forma que, num dado momento, a tua fala seja a tua prática.”


Acredito que através de uma maneira de efetivação do mais Laboratório e menos auditórios e dos projetos de aprendizagem, iremos atiçar a curiosidade dos alunos que já estão acomodados por receber as respostas sem perguntar.
                No meu ver nós professores deveremos passar por este processo de “desacomodação”, para que haja uma “equilibração” para mudar os verbos “copiar e repetir”.

                A concepção que se enquadra com pressuposto epistemológico construtivista.  

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Contrutivismo

Através dos materiais disponibilizados, pude entender um pouco mais sobre construtivismo. “O construtivismo não é apenas uma técnica  de ensino nem um forma de aprendizagem, não é projeto escolar e sim uma história que permite (re) interpretar todas” Piaget(1976-pag 37), achei super interessante a abordagem do autor sobre o construtivismo e o não construtivismo, sem dúvida nenhuma que no construtivismo o aluno recria na sala de aula o mundo que o  rodeia. Segundo diz Becker, os alunos conseguem utilizar outros verbos como indagar, experimentar, interagir, testar, descobrir.
O não construtivismo seria a velha mania do professor. Responder algo que não foi perguntado aniquilando a curiosidade, algo que esteja pronto. É o modelo que temos hoje na maioria das escolas, algo que não foi feito pelo aluno. O professor leva algo pronto, como por exemplos alguns fatos históricos através de cartilhas, livros ou fotos, irão se apropriar daquele saber. Não é que com o construtivismo o professor não precise saber sobre o conteúdo, muito pelo contrario, ele tem que domina-lo para poder discutir com os alunos, deixando para traz aqueles dois verbos que me chateiam por mais incrível que pareça, é utilizado na maioria das escolas nos dias de hoje: o “copiar e repetir”.
Através do construtivismo o aluno passa ser o protagonista, passar ser o sujeito crítico que fala espontaneamente sem intervenção do mestre, onde o mestre passa ser coadjuvante.
[...] não adianta continuar insistindo em perguntar o que a criança ou o adolescente já sabe, porque isso não desafia, antes aborrece, além de dar a sensação de que não se está sendo desafiado porque se é incapaz. Tampouco adianta perguntar o que está muito além de sua capacidade. Se isso acontece com frequência, ao invés de ser sentido como desafio, pode produzir uma frustração exagerada, a qual acarreta um sentimento de incapacidade.
A inteligência se dá interação com o meio. Ação mediando à interação surge uma problemática, que será o desequilíbrio pra tirar o aluno da acomodação para se reestruturar.
                Exemplo: O aluno no primeiro ano aprende as formas geométricas, no segundo ano reforça trabalhando o tamanho e a espessura, no terceiro ano aprendem mais formas geométricas e sólidas.
                Sempre haverá algo que os desacomode, para que haja mais aprendizado e junto com esta aprendizagem vem à maturação.
                Uma curiosidade, a embriologia mental, Piaget fez uma analogia com as fases do embrião cuja cada um tem o seu tempo de desenvolvimento. Porém, a embriologia mental se refere às funções cognitivas, como falei anteriormente por etapas. Mas nem todas as crianças desenvolvem todas as etapas. Por exemplo, um adulto pode estar ainda na fase pré-operatório formal.