quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Cotidiano - Sonho de professor Charges





 Eu estava conversando com uma colega sobre ser
“professor”, que de todas as
profissoões deveria ser a mais respeitadas e valorizadas. Diferente do médico
que por um erro  pode matar o paciente o
professor pode deixar marca e traumas para uma vida inteira.
               Tenho um aluno do terceiro ano
que toda vez que se faz qualquer atividade de escrita ela soua frio.
                 É  uma
profissão muito desvalorizada pela sociedade em geral.Mas mesmo com tudo isso nós
professore sempre farmos  o nosso melhor.



     

Os pais as vozes dos alunos

         Durante o conselho de classe conversando com a equipe diretiva sobre os alunos , entramos no assunto que me traz uma certa angústia os laudos ou  melhor dizendo a falta que eles fazem.
         Falei para as meninas que o ano que vem eu iria fazer o plano individualizados  e o registro dos mesmos ,para respaldar os alunos para o próximo ano e evitar qualquer tipos de comentários maldosos, como “O aluno não sabe nada” ou “Como essa criatura chegou aqui”. Eis que elas me falaram que por determinação da CRÊ, não poderia ser feito  os registros e nem o planos individualizados, para os alunos que não tivessem laudos, o motivo seria que  uma mãe, processou o estado, por que ela acreditava que o aluno não necessitaria de algo desse tipo e os país são a voz dos aluno, “PIE”(Plano individualizado de  ensino) era uma forma de descriminação e que o aluno estava sendo privado do conteúdos.


Prova teórica como ferramentas de avaliação

Estava  aplicando as  avaliações do terceiro trimestre, seria as  avaliações finais, para avaliar o  desempenho dos meus alunos. Mas olhando para a carinha deles assustadas e aflitas me fez refletir,  Pois só a palavra “avaliação”   deixam todos  alunos , de todas as series  muitos nervosos, outros  aspectos  como   por exemplo:
·         Se o enunciando está claro; uma coisa que aprendi em 12 anos de magisterio, o que é lógico para os adultos  não é tão lógico para crianças;
·         Se na pressa de terminar as avaliações, eles esqueçam de responder ou respondem qualquer coisa;
·         Se na hora do nervosismo dá o famoso bloqueio.
            Sei que eles mais cedo ou  mais  tarde terão as provas externas, exame como enem e os vestibulares. Mas penso que do primeiro ao terceiro ano como são os  blocos de alfabetização penso em outras  ferramentas de avaliações como o portfólio de aprendizagem .

              No começo do ano até pensei em construir com os aluno os porrifólios de aprendizagem, a direção não se opôs, mas deixaram claro que eu teria que aplicar as provas pois  está no regimento.

Aprovar ou reprovar

Mais uma vez chegamos ao final de ano e com ele toda essa pressão, de repovoar ou aprovar eis a questão!
A professora conhece e sabe os avanços da turma e o progresso que seus alunos tiveram, no decorre do ano; Mas a próxima professora não faz ideia do empenho que as EX: professoras, para que o seus alunos progredissem.   
Na grande maioria das vezes nunca param para analisar, de como os alunos estavam no ano anterior, questionando na sala dos professores ;“  que  os alunos não sabem nada” ou  “O que ela aprenderam  o ano todo”.
              Como se os professores do ano anterior não tivessem se empenhado o bastante.

Um exemplo disso será  minha a aluna Kaylane, ela  era pré-silábica e agora está silábica alfabética, mas com certeza  a próxima professora vai reclamar e achar  que nada oi feito.

domingo, 5 de novembro de 2017

A Cegueira do conhecimento

A afetividade é de extrema importância, porque quando o aluno gosta de seu professor, ele aprende melhor.
Nossas memorias podem ser facilmente manipuladas. Na maioria das situações, lembramos daquilo que nos convém e da maneira que nos é conveniente. As nossas lembranças podem ser implantadas (ouvimos um determinado assunto ou uma historia inconscientemente nos colocamos lá).
O autor aborda também alguns erros que continuamos a perpetuar sem nos dar por conta. “Enfrentar as cegueiras do conhecimento”. Buscar trabalhar o erro para assim poder entendê-lo e avançar. E nenhum saber está acabado, estamos sempre aprendendo. Quando nós nos permitimos errar e buscamos o porquê erramos, podemos compreender e assim formamos um conhecimento.
Para ensinar o próximo precisamos manter o equilíbrio das emoções, a sensibilidade, afetividade e a razão.
Em sala de aula devemos provocar os nossos alunos a serem mais questionadores e críticos. Será a educação do futuro.


domingo, 29 de outubro de 2017

Piaget

                 


              Não conhecia a prova “Piagetiana”. Achei interessante e compreendi a eficácia deste método, pois a partir deste, saberemos em qual estádio do desenvolvimento que o nosso aluno esta inserido, até em desenvolver outras estratégias de atividade. Concordo também que é um excelente instrumento de avaliação.
                O meu questionamento é sobre sua eficácia em uma turma grande, pois penso se uma resposta de um aluno, não iria interferir na resposta dos demais da turma.
              Um exemplo citado no vídeo da Tania Marques, de uma professora que era religiosa e ela fez a seguinte pergunta: Quem criou as coisas? E a criança responde “Deus”. Ela observou que a professora gostou de sua resposta e as demais respostas foi “Deus”. Será que se tivesse mais crianças em sala as demais dariam a mesma resposta? Conversando com minhas colegas algumas relataram a mesma situação em sala de aula, o que indica que uma resposta interessante faz que os demais repitam ainda mais quando agrada a professora.
                Acredito que os demais profissionais que apliquem esta técnica sejam o psicopedagogo e o psicólogo. No meu ver, deverá ter uma eficácia maior quando é atendido um sujeito de cada vez.

                Já o método da Emília Ferreiro, para averiguar os níveis de escrita podem ser feitos coletivamente através do ditado para conhecer o nível da escrita com objetivo de realizar outras intervenções e a resposta não irá interferir na resposta do outro;  Utilizo constantemente para verificar os  níveis de escrita.  

domingo, 22 de outubro de 2017

Rotúlos




               O aluno com dificuldade de aprendizagem, não necessariamente deficiente é tachado como “burro”.
                Como falei em outros trabalhos, trabalhei cerca de cinco anos na Associação Legato de Canoas com o AEE, eram muitas deficiências e lá é trabalhada a reabilitação através da música. Como ocorreu com aluno Felipe, que através da música aprendeu a interagir com os colegas. Ao observar os materiais disponibilizados a importância do vínculo é importante tendo ou não tendo deficiência. As trocas e o auxilio da família são fundamentais.
 A menina tinha TGH, ela não tinha a fala desenvolvida. O professor de LIBRAS e eu fizemos a ficha com as identificações com sinais de LIBRAS e em português. Auxiliou na comunicação e algumas palavras ela aprendeu pronunciar. 

                Através destas estratégias, deu para perceber pequenos avanços como a interação até o reconhecimento da rotina.