sexta-feira, 26 de maio de 2017

Portfólio

                A Emília Ferreiro  e Ana Teberosky  fizeram uma pesquisa referente  ao desenvolvimento da escrita,  que os indivíduos só  entende  a função da escrita, no momentos  em que  compreendidos a sua utilidade,  foram desenvolvidos  cinco níveis da psicogênese que são: Pré –silábico, silábico, Silábico alfabético , Alfabético  e ortográfico .
  A partir desta pesquisa foi possível de nós professores ,  fazermos   as classificações  dos níveis que os alunos se encontram ; para mim  ficou mais fácil fazer as intervenções pedagógicas ,  necessárias  que favoreçam  a  compreensão  da escrita e superação  nas dificuldades  desta aprendizagem ,  e ajuda-los  no final de   sua alfabetização.  Pude notar as trocas de níveis  ao decorrer do trimestre , construirmos  os portfólios, afim de desafia-los para ver se eles  conhecem e reconhecem as letras  do alfabeto  e os seus respectivos  sons , a fim que eles reconhecessem   a inicial de cada letra  através do som de cada letras do alfabeto  e para no fim eles escrevessem um frase com cada uma das figuras , para  ajuda-los na escrita, pois só aprende a ler e escrever lendo e escrevendo.


sexta-feira, 19 de maio de 2017

Avaliação ou portfolio:



         Algumas semanas atrás fiquei um pouco desapontada, quando a escola que leciono solicitou que eu fizesse provas para avaliar o desenvolvimento dos alunos do terceiro ano e que poderia fazer o portfólio como um trabalho de acompanhamento , mas teria que ter uma prova para comprovar para os pais o rendimento, as provas estavam no regimento da escola. Às vezes me questiono em relação a ter o olhar diferenciado  para o aluno, como posso aplicar uma prova onde os  alunos estão começando a ter aquisição da escrita e leitura?!
           Vem abaixo tudo que aprendemos, e o que acredito. Vai que no dia que apliquei as provas os alunos estão com algum problema, e não estão legal naquele dia, ou talvez aquela pergunta eles não estão acostumados, acredito que avalição deveria ser feito todos os dias. Mas por outro lado precisamos nos munir de argumentos se precisarmos reter alguém. Será que avaliação através de prova é eficiente? Será que o portfolio sozinho não é eficiente?


domingo, 7 de maio de 2017

Trabalho em grupo



Confesso que esse semestre estou com um pouco de dificuldade, de se trabalhar em grupo, talvez seja um pouco de egocentrismo em minha parte. Porém é difícil esperar pelos outros ou ficar cobrando, ou sentar para fazer junto, pois cada um mora num canto. Gosto mais quando os trabalhos são individuais, pois se eu cometer algum erro, ou deixar de entregar a culpa é unicamente à culpa é minha. Vou citar alguns problemas em se trabalhar em grupo, conversando e ouvindo outras pessoas reclamar e as principais queixas são:
  • Pressão: Integrantes da equipe com opiniões diferenciadas, podem por vezes ser pressionados a aceitar a decisão dos demais.
  • Domínio de discussão: Algum membro da equipe pode encarregar-se sozinho de assumir as discussões, não dando espaço aos demais.
  • Sobrecarga de tarefas:
  • Tempo:
Mas sei que é necessário o trabalho de grupos, para trocas de experiências, por isso estamos no PEAD, para melhorar as práticas e sei que terei que me adaptar e trabalhar essa parte, por que todas as trocas são necessárias para o nosso crescimento pessoal e profissional.

domingo, 30 de abril de 2017

Passeio: Audição de Orquestra







            A escola foi convidada para um concerto didático na ULBRA. Foi um passeio agradabilíssimo, assistimos  um concerto de cordas, onde em cada música foi explicado a história dos compositores. Depois de serem apresentados todos os compositores eles sortearam  os alunos para serem o maestro. Foi uma grande experiência, pois os alunos são de origem humilde e dificilmente eles teriam uma oportunidade de prestigiar uma orquestra de cordas; Os alunos nem respiravam para ficar atentos a cada movimento , seus olhos  ficaram fixos  na orquestra.
            Eles ficaram tão maravilhado pelo passeio, que por semanas eles ficaram falando sobre a experiência vivida.
         O objetivo do concerto didático é  proporcionar as crianças  se tornarem-se cidadãos.
            Objetivo da nossa escola é expandir o universo dos nossos alunos, já que vivem em uma comunidade carente, que infelizmente não oferece muitas opções culturais.
            Vamos ficar na torcida que ocorram mais eventos como esse para ampliar a visão de mundo dos alunos da escola pública.


segunda-feira, 24 de abril de 2017

Criança na cozina





                 Neste semestre trabalhamos com o P.A (projeto de Aprendizagem), o projeto escolhido pelos alunos foi “o que aprendemos com as historias infantis”, o titulo escolhido foi o coelhinho que não era de páscoa. O coelhinho não desejava seguir os passos dos pais e irmãos e sim ser cozinheiro. Após os trabalhos de pesquisas, e interpretações de texto nos experimentamos uma receita, o brigadeiro sem ir ao fogo com leite em pó. Ao fazer a receita eles ficaram encantadíssimos em ter que repetir a receita, separamos a turma em pequenos grupos, e dividimos os materiais , e  eles tiveram que  colocar em prática o que ele liam  na receita. Professoras monitoravam, para ver se tudo ocorreria bem.
            A minha turma tem alguns alunos que tem dificuldades na aprendizagem e através deste tipo de atividades, foi como consegui cativar os alunos, pois os alunos só vão se interessar pelas aulas, quando forem lançadas atividades que chamem a atenção e eles se sintam-se atraídos pelas aulas , quanto mais motivados mais eles aprendem. Acredito que a escola é local onde os alunos aprendem, fazem amigos e se divertem.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Projeto das histórias infantis



     
   "Um líder deve ter o lúdico poder de moldar as criaturas a sua volta para torná-las originalmente criativas e amplamente interdependentes".
Pablo de Paula Bravin

     


                              


              Como havia comentado na postagem anterior, estamos desenvolvendo o projeto das histórias infantis, porém desta vez quem escolheu a historia foram às professoras Rossana e sua estagiaria Cristiane. A história escolhida foi “O COELHINHO QUE NÃO QUERIA SER DE PASCOÁ.” (Ruth Rocha)

                Através desta história trabalhamos a interpretação de texto e jogos para auxiliar na  aquisição de escrita  e leitura,  fizemos  um  ditado  que foi  um estouro(palavras dentro do balão), as palavras que foram utilizados no ditado, foram retiradas do texto. Trabalhamos os símbolos da páscoa, montamos o quebra cabeça do coelhinho e aproveitamos o gancho para trabalhar a dificuldade ortográfica  “LH”.

Brincamos com rimas e o jogo do silabário, como culminância terá criança na cozinha e eles irão fazer a receita de um brigadeiro, eles estão contando os dias para colocar a receita em ação.