domingo, 6 de dezembro de 2015

Infância Soft


     Infância soft é aquela que as crianças são perfeitas sem nenhum defeito um padrão de beleza.     
    O padrão de beleza é influenciado pela mídia e pelo mercado, o mesmo direciona novos e intensos olhares sem pudores a este consumidores,  nativo e facilmente entregue aos seus encantos, faz uso de pessoas e objetos em meio a imagens cuidadosamente trabalhadas e apresentadas pela mídia, se inserindo no imaginário infantil. As crianças são  facilmente  ludibriadas e compram essa imagem , querendo alisar os cabelos crespos , se maquiarem e se vestirem como mini adultas e se comportarem como tais.
”As imagens de crianças divulgadas através dos meios de comunicação são na maioria brancas e classe media alta contrapondo a realidade na maioria das crianças brasileiras. As crianças mestiças, afrodescendentes, gordas e pobres fazem parte de um grupo preterido pelo meio publicitário” (SAMPAIO 2000)



Verbete


VERBETE

DEFINIÇÃO
EJA(Educação Jovens e adultos)

         Em toda a história do Brasil, a partir da colonização portuguesa, podemos constatar a emergência de políticas de educação de jovens e adultos, focadas e restritas principalmente aos processos de alfabetização, sendo muito recente a conquista, reconhecimento e definição desta modalidade enquanto política pública de acesso e continuidade à escolarização básica.
       Os primeiros vestígios da educação de adultos no Brasil são perceptíveis durante o processo de colonização, após a chegada dos padres jesuítas, em 1549. Estes se voltaram para a catequização e “instrução” de adultos e adolescentes, tanto de nativos quanto de colonizadores, diferenciando apenas os objetivos para cada grupo social. Após a expulsão dos jesuítas pelo Marquês de Pombal, ocorreu uma desorganização do ensino. Somente no Império o ensino voltou a ser ordenado (ARANHA, 2006).
Durante quase quatro séculos, observa-se o domínio da cultura branca, cristã, masculina e alfabetizada sobre a cultura dos índios, negros, mulheres e analfabetos. Historicamente, constata-se o desenrolar de uma educação seletiva, discriminatória e excludente. Esta realidade pode ser comprovada pelos dados do Censo Nacional de 1890, constatando a existência de 85,21% de "iletrados" na população total brasileira (PAIVA, 1983). Uma educação para a compreensão mútua, contra a exclusão por motivos de etnia, sexo, cultura ou outras formas de discriminação e, para isso, o educador deve conhecer bem o próprio meio do educando, pois somente conhecendo a realidade desses aprendizes é que haverá uma educação de qualidade e a real prática da cidadania.
No final do século XIX e início do século XX, num contexto de emergente desenvolvimento urbano industrial e sob forte influência da cultura europeia, são aprovados projetos de leis que enfatizam a obrigatoriedade da educação de adultos, objetivando aumentar o contingente eleitoral, principalmente no primeiro período republicano e, consequentemente, atender aos interesses das elites. A escolarização passa a se tornar critério de ascensão social, referendada pela Lei Saraiva de 1882, incorporada posteriormente à Constituição Federal de 1891, em que se inviabilizará o voto ao analfabeto, alistando somente os eleitores e candidatos que dominassem as técnicas de leitura e escrita.
Em 1925, através da Reforma João Alves, estabeleceu-se o ensino noturno para jovens e adultos atendendo os interesses da classe dominante que, por volta de 1930, iniciava um movimento Em toda a história do Brasil, a partir da colonização portuguesa, podemos constatar a emergência de políticas de educação de jovens e adultos, focadas e restritas principalmente aos processos de alfabetização, sendo muito recente a conquista, reconhecimento e definição desta modalidade enquanto política pública de acesso e continuidade à escolarização básica.
Durante quase quatro séculos, observa-se o domínio da cultura branca, cristã, masculina e alfabetizada sobre a cultura dos índios, negros, mulheres e analfabetos. Historicamente, constata-se o desenrolar de uma educação seletiva, discriminatória e excludente.












Desenvolvimento psicossexual.


segunda-feira, 19 de outubro de 2015

O que a Alfabetização impactou na minha trajetoria

Esse assunto me impactou bastante, pois sou apaixonada pela alfabetização, uma trajetórias com bastante acertos e erros. Comecei a trabalhar na associação legato com uma turma de inclusão com diversas deficiências, li bastante Montessori, para me ajudar nessa trajetória maravilhosa. Esta experiência foi  extremamente fascinante, eles descobrindo as letras, os nomes, decodificando as letras, as placas e finalmente apreendendo assinar. Em seguida foram encaminhados para o mercado de trabalho e hoje em dia eles trabalham na rede Mãe de Deus. Trabalhei na Associação Legato  4 anos .Pedi afastamento  pois fui chamada para trabalhar no estado, e a ONG era conveniada com a prefeitura e qualquer momento poderíamos perder o Convênio .
Iniciei no estado com turmas de alfabetização e recorri mais uma vez a Emilia Ferreira uma experiência diferente que a anterior, mais tão incrível quanto e o ano que vem vou pega-los no quarto ano.
Dentro da comunidade, percebo certa resistência dos pais, pois acham que encher o quadro e o caderno e sinônimo de aprender, isso ensina os alunos a serem copistas.
Enfim sou apaixonada por esse assunto e como já havia falado é um assunto que me, apaixona, com certeza tenho muito que aprender, observo bastante a minha mãe e percebo que estou no caminho certo de uma longa  jornada.

Hoje em dia não trabalho mais com turma de alfabetização, pois quando voltei de licença me ofereceram uma turma de quarto ano.  É uma experiência maravilhosa e diferente nas outras, aliás, todo ano que começa é uma experiência diferente e um frio na barriga.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Infância, educação e pós-modernidade

Educar as crianças pós-moderna, está cada vez mais difícil, pois a escola esta se tornando cada vez menos atrativa, em pleno século 21 as salas de aulas com quadro negro, que deveriam ser tirado de circulação dando espaço as lousas digitais, as crianças nas mesmas posições de séculos atrás, crianças sentadas em fileiras em frente do quadro negro e muitas vezes com acessos negados a modernidades, como por exemplos a proibição de celular, tabletes e câmeras, pois os alunos acabam fazendo mau uso , por não serem guiados para usarem essas tecnologia para algo útil .  Por inúmeros motivos a escola não abre espaço para a modernidade.
Tem escolas por não ter repasse de seus governantes, não repassam verbas e acabam utilizando o mimeógrafo.
Escolas que tem os espaços maravilhosos, projetor e lousa digital que não são usadas, pois a direção tem medo que estrague.
Por esse motivo a educação precisa de uma reforma urgente para que o conteúdo seja revisto, pois os alunos deveriam aprender algo realmente útil para o seu dia á dia  e como eu havia citado  antes a escola deve se atualizar para que fique mais atraente aos olhos dos alunos.
“A escola ao cercar os alunos por seu muros e tira-lo da realidade  deixando ele alienado do mundo e da tecnologia.”


sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Reações

Assistindo as aulas e lendo os textos de psicologia pude notar dentro da sala de aula algumas reações envolvendo o ID, EGO e SUPER EGO  e MECANISMO DE DEFESA.
         O ID é aquele que resolve as situações com emoção, sem pensar.
       EGO  Aquele que pondera que faz o meio termo e esta entre o SUPER. EGO e o ID. –O Superego aquele que perfeccionista que não aceita erro.
      Tem situações dentro da sala de aula que temos que ponderar e procurar ouvir mais o EGO evitar o Id  e não deixar o SUPEREGO dar as cartas. Como por exemplo:  “Um aluno quando responde e falta com respeito”  o ID, O  Sentimento de  impulso diz: Você  vai deixar assim da uma chinelada nele – O SUPEREGO diz: Manda ele para secretaria, não é por que ele esta com problemas que vai o deixar fazer o que ele quer e se bater nele vai dar problemas. O Ego fará com que pondere a situação converse e se não tiver jeito , você vai tomar atitudes cabíveis para a circunstancias.
   O mecanismo de defesa: O mecanismo de defesa mais utilizado em escola é o da negação, muito utilizado pelos alunos, como por exemplo, a professora esta  observando que os alunos estão fazendo algo errado o até mesmo falando palavras inapropriada na sala de aula , quando repreendido os alunos negam até o ultimo.
    Estou achando muito interessante, pois lendo pude refletir e lembra do  cotidiano , algo que aconteceu dentro do ambiente escolar.




segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Repetencia

      Ouvindo as conversas de professores sobre retenção de alunos, comentários do tipo "esse aluno nunca reprovou  nessa série, então posso reprova-lo", " O aluno tem uma deficiência intelectual vamos reprová-lo, pois é importante ele reprovar ,pois nessa serie não reprovou ainda". A repetência não é  sinônimo de aprender ,claro que cada caso é um caso. O aluno passando para outra serie, vai ser motivado  e junto com os outros colega tenha uma grande chance  de aprender, sem contar que cada um tem o seu tempo para aprender.
     Já ouvi  vários colegas dizer no começo do ano que determinado aluno será reprovado, como alguém pode saber lá em março se alguém esta reprovado ou não , se ele tem o ano todo para recuperar suas notas e aprender.
  Falando sobre retenção de forma punitiva.       

Que nós  professores tenhamos, bom senso na hora de decidir a vida de cada aluno e na hora de aprová-lo  se isso realmente vai ajudá-lo, a importância do olhar especial para cada aluno a evolução de cada  caso.