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domingo, 20 de novembro de 2016

Boneca abayomi herança cultural



                Na aula historia conversamos sobre uma época passada onde as pessoas eram comercializadas, onde as pessoas eram tratadas piores que animais. Os alunos relataram  o que eles sabiam ,outros questionaram  seus avos tinha vivenciado aquilo , outros questionaram se haveriam  parentes depois de seus bisavós.
                Perguntando: Se o seus bisavós teriam pais?
                Levei para aula o baú de africanos no arquivo, entre os arquivos tinha uma carta de alforria e os inventario mostrando como os negros eram avaliados, quanto mais velhos mais barato.
                Contei historia da “abayomi”, que quando as famílias inteiras eram levadas pelos navios negreiros, e as crianças ficavam horrorizado com tudo que estava havendo, as mulheres rasgavam suas saias e construíam as bonecas, essa bonecas são consideradas herança cultural e debatemos bastante sobre o assunto e após o debate, a turma construíram “abayomi”. 


quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Cotidiano da sala de aula


Durante a semana retrasada na aula de “história” (representação do mundo pelos estudos sociais), observando  a professora  narrar  a entrevista de uma escritora entrevistando algumas crianças:
                Algumas perguntas chamaram a minha atenção:
- Tiradentes veio antes ou depois de Tiradentes?
- Seu pai nasceu na época de Tiradentes?
-Seus avós nasceram antes ou depois de Tiradentes?
-Seus bisavôs nasceram antes ou depois de Tiradentes?
                A grande maioria ficou em dúvida se o seus bisavós nasceram na época de Tiradentes. Isso me fez refletir, às vezes nós professores, ficamos presos aos conteúdos e não nos damos conta que além das provas para medir o conhecimento, não fizemos ideia do conhecimento dos nossos alunos. Eles sabem mais do que imaginamos, é só fazer a pergunta certa ou de alguma outra forma para que os mesmos entendam.
                Muitas vezes não é culpa dos professores, pois tem um tempo para terminar os conteúdos e fechar as notas e a correria do dia a dia. Não nos damos conta, que os alunos não são livros em branco e que trazem em sua bagagem saberes. Será que tem como fazer essa ligação do saber prévio com o cotidiano da sala de aula? Até quando vamos agir com os nossos alunos como não soubesse de nada?

                Muitas vezes achamos que os nossos alunos são incapazes de aprender determinado conteúdo e nem damos o direito de tentar, agimos como “senhores do apender”, analisando o que eles vão conseguir aprender. Obviamente fazemos isso buscando sempre o melhor para os nossos alunos. Que muitas vezes temos que dar conta da alfabetização, pois chegam à sala de aula sem estar alfabetizados, além de todas as matérias temos que alfabetiza-los.

domingo, 25 de setembro de 2016

Estudos Socias as práticas escolares



             Achei muito interessante  o ponto de vista da autora Nadaia do texto, mas não concordo. Acredito que a forma utilizada para execução do conteúdo é quem vai determinar se os alunos irão se interessar ou não.
            A evolução do estudo histórico revela em muitas situações que nem tudo o que foi visto em um primeiro momento é o fato definitivo sobre aquele assunto. Uma história não é dotada de uma “verdade absoluta”, toda historia possui no mínimo dois lados. Sempre haverá uma versão ou um fato que não aparece nos livros ou em filmes sobre determinado assunto.
Não sou professora do ensino médio, sou professora do ensino fundamental. Nosso conteúdo sobre historia de Canos é considerado “chato” por muitos, mas os meus alunos estão amando. Quem faz com que o assunto histórico seja mais interessante é o professor, eu utilizo exemplos práticos, teatro, atividades extraclasse. Isso fez com que alunos que não tinham nenhum tipo de interesse em determinadas tarefas se tornassem aplicados e interessados nos estudos.
Lembro quando o meu professor de história me ensinou sobre o Egito. Construímos maquetes, fizemos teatro, e é um conteúdo considerado chato. Acho importantíssimo conhecer o passado para não cometermos no presente e no futuro os mesmos erros, orientando nossos jovens a não se tornarem adultos alienados.