segunda-feira, 8 de abril de 2019

O Brincar 11/06/2016


“As leituras dos textos: “O jogo na Educação Infantil”, “O jogo no cotidiano escolar”  indicados pelas professoras, da interdisciplina “Ludicidade e Educação”,  são bem interessantes um é complemento do outro e volto afirmar que brincar é coisa seria, pois no brincar as crianças está manifestando tudo aquilo que vivencia em seu dia á dia, sem contar que aprendem a lidar com situações problemas. Acredito que os jogos dirigidos são muito importantes, pois através dos jogos que acontecem aprendizagens significativas. Brincar por brincar é de suma importância, pois brincar “livres” é onde manifestam tudo àquilo que os rodeiam e soltam suas criatividades. Percebo que o brincar não é bem quisto, já ouvi alguns  comentário que é perda de tempo.
Parafraseando o autor de o texto brincar no cotidiano escolar e o Mario Quintana, diria que “às vezes agente pensa que esta perdendo tempo e esta criando novas formas de ser e de estar na vida”. “Mas temos que nos dar de conta disso, o que não é fácil e nem simples”. Diria que a importância do jogo didatizado esta no fato de estar oficializado o brincar durante o tempo/espaço da aula.

Projeto-Revista de educação: O Jogo na sala de aula COLLARES DARLI.

            O brincar é importante em qualquer série, conversando com alunos de série que já dei aula a principal reclamação é que copiam, fazendo exercícios estéreis sem importância. Os alunos chegam ao quinto ano ou nas series finais são tratados como “mini adultos” como se tudo fosse obvio.
            Com esta turma escuto a mesma reclamação que a professora também não brincava e era um segundo ano. Se nós que somos adultos, não aguentamos reuniões extensas, imagina as crianças?
            Penso nos pequenos que entrarão mais cedo na escola com quatro anos enfileirados um atrás do outro, faço as minhas palavras de Fernando Becker mais laboratórios e menos auditórios.

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Inicio do ano letivo 18/03/2016



Mais um ano letivo começa e com ele algumas questões e um frio na barriga, pois recomeça o ano e será tudo novo, professores, salas, colegas e aquela torcida para permanecer na mesma turma.  Será que vou fazer novos amigos?  Será que a professora vai gostar de mim? Será que vou ser aceito?
Mas será que tudo é novo mesmo? Ou será só a série? Ou só o ano que é novo? Será que nós professores refletimos sobre as nossas ações?  Para que não cometamos os mesmos erros. Será que vamos conseguir mudar ou só vamos ficar no discurso? Não é fácil mudar, e nem sempre estamos dispostos a abrir mão de ser a mesma pessoa que achamos que somos olhar para dentro e refletir sobre seus erros, pois é mais fácil julgar o colega, em vez de fazer, apontar e cobrar o que outro deixou de fazer. “É preciso diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, até que um dado momento, a tua fala seja a tua pratica”.  (Paulo Freire).
Mas não podemos esquecer que para os alunos é mais uma página do livro que se inicia e que nela há expectativas e sonhos e procurar lembrar sempre que lidamos com vidas e temos o poder de marcar tanto positivamente como negativamente e deixar marcas irreversíveis como traumas.
Seja o professor que você gostaria de ter” (Serrano Freire).
Eu, você, enfim nós professores tenhamos o cuidado para não rotular os alunos e nem deixar que os rótulos influenciem em nossas opiniões e que nós nos primeiros dias de aula possamos conhecer os alunos verdadeiramente e deixar os rótulos de lado, como por exemplo:
- “Esse aluno é fraco e não vai conseguir acompanhar as aulas”. Como podemos tirar  essas conclusões nos primeiros 15 dias de aula? Vamos devagar e com calma, teremos o ano letivo inteiro pela frente. ”Aprendi que quanto mais  sei... mais tenho consciência que me falta. (Caminho de otimismo)

Vamos nos reinventar procurar coisas novas e nos reciclar e ficar de bem com a vida. Todo o ano que passa e toda experiência que nos vivenciamos, tornamos uma nova pessoa, e que essa pessoa seja melhor do que a de ontem e que a pessoa de amanhã seja melhor a do que a e de hoje e que consigamos resgatar as criatividades e a sagacidade de uma criança.A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original”.  (Albert Einstein)

            Todo ano que se inicia continuo com o frio na barriga, pois tudo que é novo da uma ansiedade, se vai conseguir atingir a todos.
            Entretanto acredito que o professor deve sempre renovar as suas metodologias, colocar o diário do ano anterior fora e iniciar um novo, pois para os alunos que reprovaram, estejam passando por tudo de novo. A professora necessita conquistar a todos, acolher a turma inteira para que eles tenham vontade de aprender. Para que sejam perseverantes no terceiro ano, para assim avançarem para o quarto ano.


segunda-feira, 25 de março de 2019

Classe de professores (07/05/2018)


Sempre escrevi a minha indignação sobre os professores serem desunidos e massacrados por eles mesmos. Sempre achando que o seu trabalho era melhor que o da professora anterior. Mas percebi que na verdade, os professores fazem isso para se preservar, afim que o próximo colega não questionasse a sua competência.
      Ao falar que o aluno não sabe ou que não sabe como chegou daquele jeito, na verdade um pedido de socorro. Se a professora do ano anterior não conseguiu o porquê eu conseguirei? Ao falar isso está se protegendo.
    Embora eu sempre questione se o aluno não sabe, nós somos os professores e temos obrigação de ajudá-los e ensiná-los. Acho que é um dever de nós professores.


Penso quando um professor fala mal de um colega, é para disfarçar a sua incompetência. Se o aluno não sabe ou não aprendeu, o professor do próximo ano tem a obrigação de ensinar, afinal somos todos os professores.
Acredito que todos os professores fazem o seu melhor em sala de aula, entretanto com a alfabetização continuada, o aluno chega ao terceiro ano sem estar alfabetizado. A professora tenta conciliar a alfabetização e os conteúdos. Como os alunos aprendem de formas diferentes, um tem mais facilidade que outro, se tem resquício de dificuldade, a professora tem que ajudar, pois quando o aluno vai passando, e passando às vezes uma dificuldade, pode se tornar uma deficiência adquirida.
A importância de se trabalhar paralelamente o professor atual com o próximo ano para dar a continuidade no conteúdo.


segunda-feira, 18 de março de 2019

Aprovação e reprovação (05/03/2018)

No inicio do ano letivo percebi que a reprovação é um mal necessário, desde que seja algo bem pensado e não sirva como punição.
No ano passado tinha dois alunos do terceiro ano que já haviam reprovado por três anos na mesma série. Os alunos no final do ano estavam bem integrados com a turma e tiveram evolução na aprendizagem e passaram para o quarto ano. Apesar das dificuldades na aprendizagem estavam lendo e escrevendo. Porém, houve dois casos que achei necessário reter, pois os alunos estavam recém aprendendo o nome e não conheciam as letras do alfabeto. Acredito que quando reprovamos um aluno devemos pensar em algo para tirá-lo da acomodação para que assim o aluno faça o exercício de equilibração para que haja acomodação novamente, para que ocorra a aprendizagem (pois o processo de aprendizagem ocorre na desacomodação, para que haja equilibração);
 Fazendo uma autorreflexão cheguei à seguinte conclusão, reprovar o aluno sem mudar a metodologia de ensino o aluno continuará sem aprender. Nós professores teremos que ter uma metodologia diferente para que o aluno aprenda.



            Penso que a reprovação é um bem necessário, como aprovar um aluno que não está alfabetizado, neste caso acima os alunos ficaram “patinando” no quarto ano. Como a professora não os cobrava por achar que não sabiam, eles regrediram.
            Uma professora aprovou uma aluna por recomendação da orientação, mas aluna não estava se esforçando. Ao passar para o quarto ano ela era SA (Silábica Alfabética). Como a professora não cobrava, ela colocava qualquer letra estava sendo classificada pré-silábico.
            Com um menino aconteceu o mesmo, entretanto ele começou a incomodar, pois não acompanhava a turma. Ele assinou algumas suspensões, repetiu duas vezes o quarto ano.
            Acredito que a escola não está pronta para inclusão e quando os professores não seguem a mesma linha, os alunos saem prejudicados. Creio que se o aluno não está alfabetizado e não consegue realizar os cálculos, é importante a reprovação para que os alunos sanem as dúvidas, pois no quarto ano os conteúdos aumentam, os alunos irão se frustrar e evadir, a cada 10 alunos que entram no ensino fundamental, 5 se forma no ensino médio. Se essas estatísticas fossem de um hospital, metade dos pacientes estariam mortos, seria considerado um colapso na saúde.

sábado, 26 de janeiro de 2019

O Cotidiano-Sonho de professor Charges




 Eu estava conversando com uma colega sobre ser
“professor”, que de todas as
profissões deveria ser a mais respeitadas e valorizadas. Diferente do médico
que por um erro  pode matar o paciente o
professor pode deixar marca e traumas para uma vida inteira.

               Tenho um aluno do terceiro ano
que toda vez que se faz qualquer atividade de escrita ela soua frio.
                 É uma
profissão muito desvalorizada pela sociedade em geral. Mas mesmo com tudo isso nós
professore sempre faremos o nosso melhor.

            Ser professor no cenário atual é muito complicado pessoas que não da área da educação dando “pitaco”, sem contar  o desrespeito dos pais e de alguns alunos, na noticiário frequentemente professores agredidos.
            Entretanto não poderia ter escolhido profissão melhor, não existe nada melhor do que ver a cara dos alunos quando estão aprendendo os olhos brilhando é um sentimento inexplicável.
            Sinto-me muito orgulhosa da minha profissão, está certo nem tudo são flores. Mas acredito que só pela educação teremos um mundo melhor e fico feliz por poder fazer diferença, pois todo aluno que passa por mim leva um pouco de mim e estou ajudando a forma cidadãos. Cada um luta com a arma que tem.

Emecida



Adorei este vídeo, pois concordo com a fala do Rapper Emicida referente  a diversidade: “A sociedade aplaude a miscigenação quando clarear, quando escurece condena a miscigenação. Democracia social que no Brasil é maravilhosa das três raças, não é verdade quando  se tem apele escura”.
Pois nós quando sociedade tem um discurso sobre o respeito a diversidades. Mas que pena que nossos discursos não condizem com as nossas ações, pois se respeitássemos como “raça humana”, não necessitaria de tantas leis para proteger os homossexuais, os negros, as mulheres.

somos todos iguais, o que nos diferencia de nós mesmos e o nosso preconceito.”

            O ano passado com as eleições, tive algumas decepções por que as pessoas se revelaram como realmente são, pois independente das eleições todos saíram perdendo, e o Brasil acabou mostrando a sua cara. Finalmente  poderiam deixar de lado o politicamente correto e mostra o que realmente pensavam sem “pegar mal”. Infelizmente as pessoas são mais preconceituosas do que mostram.
            Neste discurso o Emicida nos mostra o palco atual, falamos tanto na diversidade , mas se esse discurso fosse verdade não necessitaria tantas leis para os negros, mulheres e homossexual.


O trabalho em grupo




8-Trabalho em grupo


Confesso que esse semestre estou com um pouco de dificuldade, de se trabalhar em grupo, talvez seja um pouco de egocentrismo em minha parte. Porém é difícil esperar pelos outros ou ficar cobrando, ou sentar para fazer junto, pois cada um mora num canto. Gosto mais quando os trabalhos são individuais, pois se eu cometer algum erro, ou deixar de entregar a culpa é unicamente à culpa é minha. Vou citar alguns problemas em se trabalhar em grupo, conversando e ouvindo outras pessoas reclamar e as principais queixas são:
·                     Pressão: Integrantes da equipe com opiniões diferenciadas, podem por vezes ser pressionados a aceitar a decisão dos demais.
·                     Domínio de discussão: Algum membro da equipe pode encarregar-se sozinho de assumir as discussões, não dando espaço aos demais.
·                     Sobrecarga de tarefas:
·                     Tempo:
Mas sei que é necessário o trabalho de grupos, para trocas de experiências, por isso estamos no PEAD, para melhorar as práticas e sei que terei que me adaptar e trabalhar essa parte, por que todas as trocas são necessárias para o nosso crescimento pessoal e profissional.



8-Trabalho em grupo


            Ao reler está postagem percebi quanto errônea foi está minha colocação e postura, pois como professora tenho  que respeitar as diferenças e opiniões de outros colegas, debater e conversar ate chegar a um consenso. Como posso cobrar uma postura de um aluno se eu não a pratico.
            No meu estágio notei o quanto é importante os trabalhos de grupos para haver trocas entre os pares.